A rua não tira férias. Opinião do presidente da Associação Portuguesa de Adictologia
Sai mais barato um zelador que sela consciências do que uma resposta social que trate causas: o desemprego que nunca mais devolveu ninguém ao trabalho, a garrafa que ocupou o lugar de tudo o que faltou, a família que um dia deixou de atender o telefone
Adições e saúde mental: o diálogo necessário. Pelo presidente da Associação Portuguesa de Adictologia
Os corpos não são descartáveis e os utentes não são números nem diagnósticos: são sujeitos com histórias, vulnerabilidades e potencial