A UGT e a CGTP consideram que o aumento de meia hora de trabalho por dia promove o desemprego e rejeitam negociar com o Governo esta matéria, mas estão divididos quanto aos feriados.
“Relativamente ao tempo de trabalho a UGT reafirmou a sua posição: não aceitamos que se ponha em causa o horário semanal máximo das 40 horas e não aceitamos que se ponha em causa o horário máximo de oito horas diárias”, disse o secretário-geral da UGT, João Proença no final da reunião em sede de concertação social, que terminou ao início da tarde.
UGT e CGT respondem em uníssono quanto ao desfecho desta medida: João Proença admite que “o aumento do horário de trabalho beneficia os despedimentos”, e Arménio Carlos, da Comissão Executiva da CGTP, entende que a medida “neste momento teria como consequência o aumento do desemprego”.