António Costa Silva
Ainda é possível parar Trump? Ensaio de António Costa Silva
Para onde vão a América e o mundo, com Donald Trump ao comando da maior potência do planeta? Quais os efeitos da revolução populista que lidera e que está a minar a democracia nos EUA e a destruir a ordem liberal democrática internacional? O que pode fazer a Europa para contrariar o caos, em que todos estão em guerra com todos e os mais fortes trucidam os mais fracos? Ainda haverá coragem para contrariar o medo?
António Costa Silva: "Quando cheguei ao governo, era um ‘outsider’. Não tinha experiência das redes que as pessoas vão tecendo para se protegerem umas às outras"
Foi à procura dos números, contou 13 mil entidades, 1 100 empresas públicas, 340 empresas municipais, mil institutos e fundações, mas desconfia de que ninguém sabe ao certo qual é a dimensão do Estado português. O ex-ministro da Economia e do Mar descreve em livro os desafios – e as frustrações – de governar no século XXI
Trump 2.0: Entre o ovni político e o cowboy. Ensaio de António Costa Silva
No início de uma nova era repleta de incertezas e de desafios, o pior que se pode fazer é subestimar Donald Trump, que encarna a voz mais poderosa de uma revolução populista que quer governar o mundo, assente em duas grandes forças motrizes: o populismo neonacionalista, que ataca o sistema e as instituições democráticas, e o complexo financeiro-industrial-tecnológico, que pode vir a tomar conta das políticas públicas americanas. As consequências para a ordem mundial, a economia, o ambiente e a Europa
Windfall tax e puxão de orelhas a Ventura não estavam no programa (do Governo)
Nunca ouvimos Ventura, a propósito do assassínio de um polícia, perpetrado por um grupo de fuzileiros, a culpar as Forças Armadas, nem, ao menos, o corpo de Fuzileiros...
António Costa Silva: "Governar um país já é complicado, governar Portugal é duas vezes mais difícil"
Em entrevista à VISÃO, o homem que António Costa escolheu para imaginar o futuro da economia portuguesa fala sobre a encruzilhada em que o País e o mundo se encontram e sugere um caminho para sairmos dela