Visão
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Segundo um relatório da Agência Europeia do Ambiente divulgado esta semana, Faro, no Algarve, é a terceira cidade europeia em que o ar é mais limpo, com apenas 3,6 microgramas de partículas finas por metro cúbico. No topo da tabela encontram-se ainda Uppsala (3,5 microgramas) e Umea (com também 3,6 microgramas), ambas cidades na Suécia.
O top dez conta ainda com outra cidade portuguesa, o Funchal, na Madeira, classificado em oitavo lugar. Já a capital portuguesa, Lisboa, encontra-se em 38.º lugar, com 7 microgramas por metro cúbico.
Ao contrário de Faro, Uppsala e Umeå, no final da lista, está Slavonski Brod, na Croácia, como a cidade com o ar mais poluído, ou seja, com um maior número de microgramas de partículas finas (26,5).
Para o relatório foi analisada a qualidade do ar de 375 cidades europeias, durante os anos de 2023 e 2022. A conclusões retiradas pela investigação permitiram verificar que três em cada quatro cidadãos europeus habitam em zonas urbanas e, a sua maioria, encontra-se exposta a níveis perigosos de poluição atmosférica.
Estas partículas possuem um grande impacto na saúde humana, especialmente em fatores como a morte prematura e o desenvolvimento de doenças. Quanto maior for a exposição a estas partículas – um poluente atmosférico – mais graves serão os efeitos para a saúde.
“As políticas de redução da poluição atmosférica conduziram a uma melhoria da qualidade do ar na Europa nas últimas três décadas. No entanto, em algumas cidades europeias, a poluição atmosférica continua a representar um risco para a saúde”, pode ler-se no relatório.
Foi ainda possível verificar que, de todas as cidades analisadas, apenas 13 mostraram concentrações médias de partículas abaixo dos níveis recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “A melhoria da qualidade do ar para níveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde poderia reduzir significativamente as mortes prematuras causadas pela poluição atmosférica”, pode ler-se na regulamentação para a qualidade do ar da OMS. Desde 2008, que existe um valor-limite anual para as partículas finas, estabelecido pela União Europeia (UE), situado nas 25 partículas finas por metro cúbico.
Top 10 das cidades que detém o “ar urbano mais limpo da Europa”:
- Uppsala, Suécia
- Umeå, Suécia
- Faro, Portugal
- Reiquiavique, Islândia
- Oulu, Finlândia
- Tampere, Finlândia
- Norrköping, Suécia
- Funchal, Portugal
- Talin, Estónia
- Narva, Estónia
Quando amamos alguém, o nosso coração palpita que nem uma batata frita e parece que temos borboletas no estômago. Nem sequer é preciso haver desejo para o sentimento se manifestar fisicamente.
Há cerca de um ano, um estudo da Universidade de Aalto, na Finlândia, concluiu que, enquanto alguns tipos de amor, como o romântico, eram fortemente sentidos em todo o corpo, outros, como o amor pela sabedoria, eram sentidos de forma menos intensa e sobretudo na cabeça.
Agora, o mesmo grupo de investigadores mapeou as áreas do cérebro que são ativadas por seis tipos de amor e chegou a conclusões surpreendentes, reveladas num estudo publicado na revista Cerebral Cortex.
Utilizando imagens de ressonância magnética funcional (fMRI), a equipa coordenada por Pärttyli Rinne, filósofo e investigador, analisou de que maneira o cérebro responde ao amor por parceiros românticos, filhos, amigos, desconhecidos, animais de estimação e pela Natureza.
Depois de ouvirem cada “história de amor”, os participantes imaginaram essa emoção durante dez segundos. Medindo a sua atividade cerebral enquanto pensavam em vários tipos de amor, os investigadores observaram, em tempo real, que o cérebro se iluminava em diferentes áreas.
“O padrão de ativação do amor é gerado em situações sociais nos gânglios basais, na linha média da testa, na precuneus [pré-cunha] e na junção temporoparietal nos lados da parte de trás da cabeça”, explicou Rinne, em comunicado. “No amor parental, houve uma ativação profunda no sistema de recompensa do cérebro da área do estriado enquanto se imaginava o amor, o que não se verificou em nenhum outro tipo de amor.”
A maior surpresa foi o facto de as áreas cerebrais ativadas pelo amor entre as pessoas serem muito semelhantes, só diferindo na intensidade da ativação. Todos os tipos de amor interpessoal ativaram áreas associadas à cognição social, ao contrário do que acontece no amor pela Natureza e no amor por animais de estimação – a não ser quando as pessoas tinham cães ou gatos.
As áreas cerebrais associadas à sociabilidade revelaram estatisticamente se as pessoas tinham ou não um animal de estimação, ao ouvirem cenários como este: “Está em casa a descansar no sofá e o seu gato aproxima-se de si. O gato enrosca-se ao seu lado e ronrona, sonolento. Amamos o nosso animal de estimação.” No caso dos tutores de cães ou de gatos, essas áreas cerebrais são mais ativadas – ou seja, o amor por eles é neuralmente mais semelhante ao amor interpessoal.
COMO É NEURALMENTE?
Pärttyli Rinne tem 45 anos, estuda o amor há 16 e apresenta-se como filósofo-investigador e argumentista-autor. O interesse pelo tema surgiu quando se apaixonou pela mulher, no final do primeiro mestrado, na Academia de Teatro.
“A experiência foi tão forte que senti que as coisas mais importantes da vida estão relacionadas com o amor, de uma forma ou de outra. Decidi concentrar-me na tentativa de compreender o fenómeno do amor e comecei a estudar Filosofia”, explica numa entrevista disponível no site da Universidade de Aalto.
Em comparação com os séculos anteriores, o estudo do amor estava em declínio no século XX. “As emoções eram consideradas superficiais e vagas, e o amor não era levado a sério”, recorda.
Na universidade chegaram a insinuar que a sua investigação era ridícula, mas Rinne fez ouvidos de mercador, avançou com um doutoramento sobre a conceção de amor de Immanuel Kant e nunca mais largou o tema, tanto na área da Filosofia como na de escrita de guiões. Talvez por isso, este estudo se leia com prazer.
Não é novidade que o amor leva à formação e à manutenção de laços entre pares e às ligações entre pais e filhos, influencia as relações com os outros e até com a Natureza. Mas, quando amamos, será neuralmente a mesma coisa amar, por exemplo, o nosso filho e amar uma bela paisagem?
Foi esse o ponto de partida para esta investigação, que recrutou 55 pessoas (29 mulheres e 26 homens), saudáveis, falantes nativas de finlandês, entre os 28 e os 53 anos (média de 40,3 anos), que declararam ter, pelo menos, um filho e estar numa “relação amorosa de casal” (duração média de 11,9 anos). Todas moravam na área metropolitana de Helsínquia e 27 delas tinham animais de estimação.
MERGULHAR NO CENÁRIO
Os tipos de amor foram induzidos por narrativas áudio gravadas (três frases, com a duração de cerca de 15 segundos no total). Cada narrativa descrevia um cenário com o parceiro romântico, o filho, o amigo, o animal de estimação (cão ou gato), um desconhecido ou a Natureza (bela) circundante. Existia também uma categoria neutra que podia descrever, por exemplo, uma viagem de autocarro sem interação social.
Na véspera dos exames, foi pedido aos participantes que reservassem cinco a dez minutos para pensar e refletir afetivamente sobre o que era o amor para eles, em relação aos seis tipos do estudo. Já no laboratório, receberam instruções para “mergulhar” – em finlandês, eläytyä – no cenário representado, da maneira mais vívida possível.
As narrativas terminavam sempre com a frase “Sente amor por [x] / Ama [x]”, por exemplo: “O seu filho corre alegremente para si num prado. Sorriem juntos e os raios de sol cintilam no seu rosto. Sente amor pelo seu filho.”
As histórias sobre o amor pelos amigos incluíam representações de altruísmo quotidiano recíproco e partilha de sentimentos. No caso do amor por desconhecidos, elas envolviam atos de benevolência retribuídos com uma expressão de gratidão. E as relativas ao amor pela Natureza retratavam ambientes naturais lindíssimos, nos quais a pessoa se encontrava imersa.
Os investigadores sugerem que a experiência do amor é moldada por fatores biológicos e culturais, com origem em mecanismos neurobiológicos fundamentais de ligação. “Mas é necessária mais investigação”, nota Pärttyli Rinne, “para uma melhor compreensão da forma como os fatores culturais e demográficos influenciam os vários sentimentos de amor e as suas correlações no cérebro humano”.
A químicada paixão
O desejo deixa uma marca no cérebro relativa a um parceiro específico – mas que não é indelével
O que se passa no nosso cérebro para desejarmos estar mais com uma pessoa do que com outras? E como superamos o fim de uma relação, do ponto de vista neuroquímico? Foi para responder a estas questões que uma equipa liderada por Zoe Donaldson, especialista em Neurociência Comportamental na Universidade do Colorado em Boulder, nos EUA, pegou em arganazes-do-campo, conhecidos por serem monogâmicos, e recorreu a exames de neuroimagem para observar os seus cérebros.
Os investigadores viram, então, como a dopamina inundava o sistema de recompensa do cérebro dos pequenos roedores sempre que eles tentavam alcançar os parceiros. E verificaram que a enxurrada de dopamina continuava quando estavam juntos. “Descobrimos uma assinatura biológica do desejo”, explica-se no estudo, publicado na revista científica Current Biology, em janeiro deste ano.
Numa segunda fase, os casais estiveram separados durante quatro semanas, um tempo considerado longo na vida destes ratinhos. Quando se reencontraram, o aumento de dopamina já não aconteceu. “É uma espécie de reinicialização do cérebro”, comparou Donaldson, “que permite ao animal seguir em frente e potencialmente formar um novo vínculo”. O cérebro tem a capacidade de se proteger da abstinência daquela “onda” de dopamina, o que ajuda a superar o fim de uma relação.
Estamos na cidade de Gotemburgo, berço da icónica Volvo que, em abril passado, completou 97 anos de História. Depois de um passeio de elétrico, de cerca de meia hora, pelo centro da cidade de mais de 600 mil habitantes, o destino final ergueu-se diante dos nossos olhos: chegámos ao World of Volvo, um complexo com cinco andares e22 000 m² de área, com grandes janelas de vidro e totalmente construído em madeira.
Neste centro de experiências – como a Volvo lhe chama – cuja arquitetura faz lembrar uma árvore, e que foi inaugurado em abril passado como forma de celebração de aniversário, Hans Hedberg, diretor de património da World of Volvo, guiou uma visita por alguns dos mais icónicos automóveis lançados pela marca ao longo dos anos, dando-nos o privilégio de entrar nalguns deles.
Um Volvo PV60, de 1946, oferecido ao atual rei da Suécia, Carl Gustaf, por ocasião do seu 50º aniversário, é a atração imediata do mais recente recinto, já que se encontra logo à entrada. Este automóvel, utilizado em vários eventos oficiais da realeza sueca ao longo dos anos e cedido agora pelo próprio rei ao museu da marca, guiou imediatamente o olhar e os passos dos jornalistas presentes na viagem. Mas há muito mais para ver neste espaço com dois restaurantes e zonas próprias para receber vários eventos.
O primeiro automóvel da marca, por exemplo, o robusto ÖV4, também conhecido como “Jakob”, com capacidade para quatro pessoas e lançado a 14 de abril de 1927, é um dos 50 automóveis (de uma coleção de 280) presentes na exposição permanente do espaço. Uma viagem direta ao passado, numa altura em que a Volvo estava longe de sonhar com a celebração do centenário.
Até porque o primeiro automóvel apresentado pela marca não foi particularmente popular na época: entre 1927 e 1929, foram produzidas apenas 302 unidades do modelo de três mudanças e 28 cavalos. O facto de ser um automóvel conversível, pouco adaptado ao clima sueco, também não terá ajudado à falta de popularidade. De acordo com Hedberg, o modelo era ainda “demasiado caro” para o estilo de vida dos suecos.
Por isso mesmo, a Volvo lançou uma versão coberta, o PV4, que teve melhor aceitação. Mais controverso foi o PV36, fabricado pela marca entre 1935 e 1938, e também ele exposto no World of Volvo. Este modelo, o primeiro com suspensão localizada à frente e com uma estrutura toda em aço e design aerodinâmico moderno para a época, era bastante dispendioso. Por essa razão, foram produzidas apenas 500 unidades. Ainda assim, o também chamado “Carioca” – graças a uma dança popular na Suécia com esse nome – representa um marco na história da Volvo, por introduzir várias inovações técnicas e de design. O apelido do PV36, conta-se, poderá também ser uma homenagem aos habitantes do Rio de Janeiro, no Brasil.
Continuando a visita, é ainda possível apreciar o icónico Amazon, de design robusto e elegante, inspirado nos carros americanos da época, e produzido entre 1956 e 1970. Este foi o primeiro automóvel no mundo a oferecer cintos de segurança de três pontos, em 1959, o que revolucionaria a segurança rodoviária até aos dias de hoje. Inicialmente, o Amazon – nome inspirado nas guerreiras da mitologia grega – foi apresentado como um carro de quatro portas e, posteriormente, foram lançadas as versões de duas portas e station wagon (carrinha). No total, foram produzidos mais de 600 mil automóveis deste modelo.
Mas embora o Amazon seja um carro lendário, o recorde do Guinness relacionado com a Volvo é, na verdade, detido por um P1800. Este carro, de 1966, foi conduzido por Irv Gordon, um professor de ciências norte-americano reformado, que acumulou mais de três milhões de milhas (aproximadamente 4,8 milhões de quilómetros) com o mesmo veículo, e que está agora exposto nesta espécie de museu da marca. Este feito garantiu ao Volvo P1800 o título de carro com maior quilometragem para uso não comercial no Guinness World Records.
Há 97 anos a “rolar perfeitamente” e em segurança
Em 1924, Assar Gabrielsson, economista e gestor de vendas na SKF, uma empresa sueca de rolamentos, teve a ideia de criar uma empresa automóvel sueca e começou a procurar um parceiro para o ajudar a concretizar esse objetivo.
O engenheiro Gustav Larson, que tinha trabalhado na SKF antes de se mudar para outra empresa, foi o “match perfeito”: a dupla discutiu a ideia de fabricar carros suecos que fossem seguros, confiáveis e adequados às condições rigorosas do clima e das estradas suecas, formalizando nesse ano uma parceria que viria a ser de sucesso.
Desde que foi lançado o primeiro automóvel da Volvo, que em sueco significa “rolar perfeitamente”, a marca evoluiu significativamente, tendo a segurança como um pilar fundamental. Em 1959, por exemplo, introduziu o cinto de segurança de três pontos, uma invenção que se tornou um padrão na indústria automóvel e que, segundo as estimativas, já salvou mais de um milhão de vidas. Foi o engenheiro Nils Bohlin que introduziu este equipamento na produção de série do PV 544. A Volvo decidiu, então, renunciar aos direitos de patente para todas as marcas de automóveis poderem beneficiar desta inovação.
Nos anos seguintes, introduziu sistemas de travagem antibloqueio (ABS) e airbags laterais. Já em 1976, o governo dos EUA decidiu adquirir 24 automóveis do modelo Volvo 240 para fazer testes de colisão exaustivos, tendo a marca sido escolhida, na altura, como referência para definir os padrões de segurança para todos os novos automóveis produzidos.
No fim de março, a marca anunciou a produção do último modelo movido a gasóleo, um Volvo XC90 que saiu da linha de produção da fábrica em Torslanda
Atualmente, cada unidade fabricada tem, na verdade, de passar por até 200 testes de colisão antes de ser lançada no mercado, de acordo com Thomas Broberg, engenheiro e responsável pelo centro de segurança da fábrica de Torslanda da Volvo. A revelação foi feita durante uma visita à unidade industrial, inaugurada em 1964 por Sua Alteza Real, o Rei Carl Gustav da Suécia.
Neste local, com capacidade de produção anual de 290 mil automóveis, o que corresponde a 60 automóveis por hora, trabalham cerca de 6 500 funcionários. Todos os dias, são feitos centenas de diferentes testes aos novos automóveis da marca, como o 100% elétrico EX30 – foi num destes que a VISÃO teve a oportunidade de passear pelas ruas de Gotemburgo durante uma hora –, o primeiro da marca a incluir a nova geração Park Pilot Assist. Esta funcionalidade consegue gerir qualquer tipo de lugar de estacionamento, incluindo paralelos, curvos, perpendiculares e diagonais em espinha, facilitando as manobras em espaços apertados. Além disso, é capaz de identificar lugares de estacionamento disponíveis.
Para testar a aerodinâmica dos automóveis, existe nesta fábrica um túnel de vento que pode chegar até aos 250 km/hora, que não está aberta a visitantes, mas onde os jornalistas puderam entrar por alguns minutos – não se preocupe, a equipa que esteve connosco presenteou-nos com velocidades muito mais baixas e nós regressámos sãos e salvos. Mais despenteados, porém seguros.
Ambiente também é prioridade
Em 2021, a fábrica de Torslanda, a cerca de 18 quilómetros do centro de Gotemburgo, tornou-se a primeira da marca a atingir um impacto climático neutro. Esta tem sido, aliás, uma das grandes preocupações e bandeiras da Volvo ao longo dos últimos anos.
No fim de março, a marca anunciou a produção do último modelo movido a gasóleo, um Volvo XC90 que saiu da linha de produção da fábrica em Torslanda e seguiu diretamente para o Museu de Gotemburgo, assinalando “o fim de uma era”. As palavras são da Volvo.
A marca, que já tinha decidido abandonar o desenvolvimento de novos motores de combustão em 2022, vendeu nesse ano a sua participação na Aurobay, a empresa de joint venture que albergava todos os restantes ativos para motores de combustão, garantindo que não iria gastar nem mais uma coroa do seu orçamento de Investigação e Desenvolvimento na prossecução de novos motores de combustão interna.
A partir de 2030, a marca pretende mesmo passar a comercializar apenas automóveis 100% elétricos e atingir, até 2040, a neutralidade climática. Será este o início de uma nova era, a caminho de mais 100 anos de História?
*A VISÃO viajou a convite da Volvo
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Através de um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o clube encarnado diz já ter iniciado negociações com o treinador alemão, Roger Schmidt, “para a cessação do contrato de trabalho desportivo com efeitos imediatos”.
“A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD informa que iniciou negociações com o treinador Roger Schmidt para a cessação do contrato de trabalho desportivo com efeitos imediatos”, pode ler-se no documento.
Schmidt esteve no comando do Sport Lisboa e Benfica durante mais de duas temporadas, tendo vencido o campeonato no seu primeiro ano enquanto treinador do clube. Contudo, o treinador alemão tem sido alvo de fortes contestações por parte dos adeptos. Schmidt tinha contrato até Junho de 2026.
O presidente do clube, Rui Costa, deverá dar declarações aos jornalistas, para falar sobre a decisão, a partir das 18:30.