É preciso limitar os sonhos
Foi a própria natureza do desejo que mudou. Não porque desejamos mais do que as gerações anteriores, mas porque aprendemos a desejar aquilo que, para a esmagadora maioria das pessoas, nunca poderá ser alcançado
Um lastro de sangue e a esperança por um fio
Jovens que não conseguem imaginar o seu próprio futuro são mais vulneráveis a narrativas que prometem recuperar um passado idealizado
Portugal é racista. Mas não somos todos?
Quando a primeira reação institucional é proteger a própria reputação ou questionar a verossimilhança da denúncia, estamos perante um mecanismo social mais profundo do que um incidente isolado