Segundo a edição desta quarta-feira do Jornal de Notícias, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) deveria ter recebido de imediato as gravações das conversas entre José Sócrates e Armando Vara, em vez de estas terem sido analisadas pelo juiz de instrução, uma vez que o primeiro-ministro era um dos escutados.
Desde Setembro de 2007, é apenas ao presidente do STJ que cabe autorizar a intercepção, a gravação e a transcrição” de escutas que envolvam as mais altas figuras do Estado. No entanto, neste caso, o material passou pelo juiz de primeira instância.