Opinião

O Irão depois da tempestade

O regime enfrenta tensões sociais, económicas e geracionais profundas. Mas a História mostra que regimes sob ataque externo tendem a consolidar-se, não a fragmentar-se

Opinião

A Europa aprendeu a dizer não

Pela primeira vez desde o regresso de Trump, a Europa reagiu não apenas com comunicados, mas com linguagem de poder

Opinião

Teerão entre impérios

A estabilidade do regime iraniano é hoje um ativo estratégico para a Rússia. Perdê-lo seria abrir uma frente invisível na guerra da Ucrânia

Opinião

​Opinião | 2026, o ano que não admite erros

Taiwan permanece como o ponto de maior risco sistémico, não porque Pequim precise da guerra em 2026, mas porque o jogo de pressão permanente aumenta a probabilidade de acidente, de incidente naval, de erro de cálculo político

Opinião

A política do abismo

A Europa ainda pode escolher se quer ser palco ou ator. Os Estados Unidos da América já escolheram. E podem vir a arrepender-se

Pensar

A rendição encomendada

Na proposta que hoje se tenta impor à Ucrânia, não se trata de diplomacia. Trata-se de dois atores externos a discutir o futuro de um país que não lhes pertence

Pensar

A muralha militar que sustenta Maduro

A Venezuela tornou-se um regime pobre com uma elite armada rica, e é essa muralha militar que mantém Maduro no poder muito depois de o povo ter deixado de o tolerar

Pensar

A Europa que ainda pode liderar

A Europa não se perderá por um veto de Orbán ou por um orçamento falhado. Perder-se-á no dia em que os europeus deixarem de acreditar que vale a pena defendê-la

Opinião

Trump, Xi e o palco do mundo

A China escreve o futuro em ciclos de cinco anos; a América, em posts de rede social

Opinião

A flotilha e a gota

O governo israelita terá ganhado a apreensão dos barcos; perdeu a batalha da imagem

Pensar
Exclusivo

O estômago da Europa

O discurso de Ursula von der Leyen mostrou que a Europa pode, quando quer, falar como potência. Mas mostrou também que ainda não sabe agir como tal

Opinião
Exclusivo

O Estado que falta

Netanyahu pode ter feito da sua vida política a destruição de Oslo, mas não poderá apagar a verdade que Rabin e Arafat nos deixaram