Na primeira pessoa

Na primeira pessoa: “Eu tenho uma doença, tenho dores 24 horas por dia. Várias vezes preferi morrer a ter de viver assim”

Durante a pandemia, o discurso disruptivo de Gustavo Carona, médico anestesista e intensivista, de 41 anos, tornou-o um rosto mediático. Habituado a cenários de catástrofe em missões humanitárias (já representou os Médicos Sem Fronteiras, os Médicos do Mundo e a Cruz Vermelha Internacional), foi posto à prova quando a doença lhe tirou a vontade de viver

Visão Saúde
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A mensagem poderosa do médico intensivista português: "Se não levarmos a sério, isto vai rebentar!"

"Se quisermos ir atrás dos imbecis, dos negacionistas, dos relativistas e das teorias da conspiração, vamos arrepender-nos", alerta Gustavo Carona, médico intensivista em Matosinhos