analfabetismo
Na primeira pessoa: "Durante anos, fui analfabeta. Esqueci-me das letras e tinha vergonha disso. É muito triste não saber ler nem escrever"
Fernanda Ribeiro, 57 anos, natural de Lisboa, só fez a antiga terceira classe. Deixou a escola para cuidar dos irmãos mais novos. Aos poucos, as letras fugiram-lhe da memória. Foi analfabeta durante décadas. A vontade de aprender de novo suplantou tudo. Agora, sente-se orgulhosa e feliz por assinar o seu nome
Analfabetos digitais? Ainda há muitos!
Analfabeto de ontem era o iletrado, não conhecedor do alfabeto, o de hoje, é aquele que não saber usar corretamente as inovações tecnológicas em seu redor.