Em termos de design, as diferenças face à geração anterior são subtis, e sendo estes uns auscultadores topo de gama, seria de esperar uma construção premium — mas os XM6 ficam aquém nesse aspeto. O plástico domina praticamente todos os componentes. Apesar de parecer robusto e durável, não transmite a sensação de luxo associada a um produto deste segmento. Por outro lado, essa escolha contribui para um peso reduzido, o que torna os XM6 leves e confortáveis, mesmo em sessões de utilização prolongada. O design mantém-se praticamente inalterado face à geração anterior, e a Sony poderia ter aproveitado esta atualização para introduzir melhorias.
As almofadas, tanto no aro como nas orelhas, mereciam ser mais volumosas, o que aumentaria o conforto geral. Já o ajuste do tamanho das hastes revela-se pouco fluido, e com os auscultadores na cabeça, torna-se difícil acertar com precisão o encaixe ideal. O estojo de transporte também merece destaque: é compacto e fácil de levar para qualquer local. Ao contrário do modelo anterior, que utilizava um fecho tradicional, esta nova versão aposta numa banda magnética que torna o processo de abertura e fecho mais rápido e prático.




