
A cirurgia de coração aberto traz riscos para o paciente, mais ainda quando se trata de um bebé com quatro meses. Os médicos receavam a intervenção por não estrem bem familiarizados com o que iriam encontrar, uma vez que as imagens 2D das ressonâncias magnéticas apenas mostravam partes do contexto. O Dr. Juan-Carlos Muniz, do Nicklaus Children’s Hospital, em Miami, decidiu pegar em todas as imagens 2D, convertê-las em imagens estereoscópicas e carregou-as para um iPhone. Depois, usando um Google Cardboard, mostrou-as aos colegas que iriam realizar a operação.
Duas semanas antes da intervenção, os especialistas estavam a usar o Cardboad para verem em 3D como estava o coração da menina e a treinar os procedimentos necessários, explica o Engadget.
A cirurgia durou sete horas e pode assumir-se que as experiências em realidade virtual ajudaram a mudar a vida da bebé, que se encontra a recuperar agora.