PS: Sem alternativas não há democracia interna
A promoção de listas únicas como solução organizativa parte de um equívoco de fundo. A vitalidade de um partido não se mede pela ausência de divergência, mas pela sua capacidade de a integrar. A unidade não se constrói eliminando alternativas. Constrói-se criando condições para que existam, sejam discutidas e, no final, legitimadas pelo voto
Quando a democracia interna falha, o PS perde autoridade moral
O Partido Socialista atravessa um momento decisivo. Precisa de reconstruir confiança, mobilizar militantes e afirmar-se como alternativa credível. Mas essa credibilidade começa dentro de portas
Manual do populismo em tempo real: “Calamidade” à medida e suspeitas pré-fabricadas
Uma das “pérolas das pérolas” desta polémica foi mesmo insinuar dúvidas do género “onde se guardavam os votos” caso houvesse adiamento. Isto revela desconhecimento do básico e serve apenas para semear suspeita
Domingo decide-se o essencial: democracia viva ou populismo sem limites
A Presidência da República não governa o quotidiano, mas pode proteger ou fragilizar a democracia
780 mil votos no silêncio - Quando ficar em casa passa a ser uma escolha política
A comunicação social tem de dizer isto com todas as letras: em segunda volta, a abstenção e os votos inválidos não são apenas "estatística"; são transferência de poder.