Sem cibersegurança não há negócio
No início, eram as questões de compliance, depois passaram a ser os impactos na reputação das empresas e marcas ou motivos legais e as potenciais multas avultadas. Se por um lado, é positivo ver que muitas empresas já evoluíram e que muitas outras estão em processo de o fazer, por outro lado, o número de empresas que aborda a temática da segurança de uma forma leviana é ainda muito expressivo. A opinião de Nuno Loureiro, CEO da Probely