Desde dezembro do ano passado que Portugal tem vindo a ser assolado por uma sequência de depressões severas, algumas associadas a rajadas de vento destruidoras, bem como a valores elevadíssimos de precipitação que causaram perdas de vidas e prejuízos avultadíssimos que irão ter impactos marcantes na nossa economia.
Naturalmente, têm-se levantado inúmeras questões acerca da excecionalidade do evento, do papel desempenhado pelas alterações climáticas e do grau de preparação do País para fazer face a eventos desta ou de semelhante magnitude. .