Os números saídos do último relatório epidemiológico do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) dispararam os alarmes. É natural: quem pode ficar indiferente a títulos que dão como certo o aumento de infeções sexualmente transmissíveis (IST) em toda a Europa, especialmente entre os mais novos?
Aproveite-se então a oportunidade deste “tempo de antena” para se perceber como se chegou até aqui – “o ano de 2022 marca o maior número de casos de gonorreia na União Europeia na última década e desde o início da vigilância europeia de IST em 2009 [70 mil casos]”, lê-se no documento.
