O caso comoveu os Estados Unidos. Uma mãe angustiada apelava, nos media, a que a ajudassem a encontrar a filha bebé, de apenas três semanas. A saga começou a 4 de Agosto de 1987, quando Joy White levou a pequena Carlina a um hospital de Harlem, devido a uma febre muito alta. A filha ficou internada e a mãe foi para casa. Quando voltou, a menina tinha desaparecido misteriosamente.
Durante anos, Joy White procurou a filha, divulgando uma fotografia da bebé que tinha tido nos braços apenas durante três semanas. Até que, neste último 4 de Janeiro, o telefone tocou. A mulher, do outro lado, dizia ser Carlina e enviou uma fotografia.
A polícia concordou com a semelhança entre as duas imagens e levou a cabo testes de ADN, cujos resultados chegaram esta terça-feira, confirmando o parentesco.
Carlina, que foi criada por uma família que lhe deu um nome diferente, foi alimentando suspeitas de que não era filha dos alegados pais, suspeitas que aumentaram quando não puderam mostrar-lhe a certidão de nascimento.
A jovem mergulhou na Internet à procura de respostas e encontrou o site do Centro Nacional para as Crianças Desaparecidas e Exploradas. Foi aí que encontrou a notícia de uma bebé raptada de um hospital de Nova Iorque.