Tiago Veloso

Licenciado em Administração Pública e Políticas do Território pela Universidade de Lisboa e Pós Graduado em Planeamento e Ordenamento do Território pela Universidade Nova de Lisboa
Opinião

Opinião | A1 estado a menos

​O discurso do "menos Estado" apenas interessa a quem julga não precisar dele. É uma ilusão que persiste até ao momento em que o seguro não cobre o dano, a poupança se revela insuficiente, a estrada da sua rua desmorona, o hospital privado o transfere para o público ou o mercado se mostra implacável com a sua própria empresa

Opinião

Leiria não existe

A poeira mediática vai assentar, os nove carros já regressaram ao conforto de São Bento e Leiria voltará a não existir. Até à próxima tempestade, onde voltaremos a descobrir, com surpresa, que Portugal é muito mais do que os limites da CREL

Opinião

Presidenciais: O equilíbrio necessário num tempo de incerteza

Um Presidente deve ser institucionalista sem afastar-se do povo, indignando-se com as deficiências de um estado sem ser demagogo, defendendo o SNS e o estado social sem sucumbir à efemeridade das manchetes, ser exigente com o governo sem se tornar seu carrasco, promover boas relações institucionais sem ser para-raios do primeiro-ministro

Opinião

Faz greve antes que o pacote te queime as mãos

Afinal, qual é o objetivo deste pacote laboral? Trata-se, pura e simplesmente, de um ajuste de contas da direita com os avanços na legislação laboral das últimas décadas

Opinião

Dar esperança ao povo – Caderno de Encargos para o PS

A democracia portuguesa precisa de um partido popular, com história e confiável, renovado e renovador, que tenha uma visão e esperança para o futuro da nossa comunidade

Opinião

Senhoras e senhores trabalhadores, apertem os cintos

A proposta de permitir que as empresas contratem a prazo sempre que se trate de trabalhadores sem vínculo permanente anterior é particularmente gravosa. Na prática, significa abrir a porta a carreiras profissionais inteiras feitas de sucessivos contratos temporários, perpetuando a instabilidade

Opinião

Votas PCP e eleges Carlos Moedas

Ao recusar integrar a coligação "Viver Lisboa", o PCP alega que o PS viabilizou orçamentos de Moedas. É um argumento frágil para quem tem um longo historial de alianças pragmáticas e outras incompreensíveis com o PSD. A verdadeira razão parece ser outra: o trauma da geringonça

Opinião

Senhoras e senhores, Carlos Moedas

Quando se exigia elevação e ação, andou nas televisões a dizer que estava devastado. Imaginem num terramoto ou numa pandemia, como seria. Incapacidade, inação e propaganda

Opinião

Política do castigo: Um retrocesso social que penaliza trabalhadores e mulheres

Não há espaço num só artigo para falar de todas as alterações que vão piorar a vida dos trabalhadores e, em particular, das mulheres. São muitas as alterações para que muitas escapem no meio da discussão. São muitas e nenhuma melhora a vida dos trabalhadores nem, tão pouco, resolverá problemas do mercado de trabalho

Atualidade

Aumentar o CSI não é aumentar as pensões – como desvirtuar e fragilizar o Sistema Nacional de Pensões

Se apenas o CSI for aumentado, enquanto as pensões contributivas ficam estagnadas, está-se a desvalorizar o esforço de quem contribui. Isso pode minar a confiança no sistema e desincentivar o trabalho formal

Teletrabalho
Opinião

37,5 horas de jornada de trabalho: um compromisso com o futuro

Reduzir a jornada de trabalho é, acima de tudo, devolver tempo às pessoas: tempo para estar com a família, cuidar da saúde, descansar, estudar, participar na vida cívica. Tempo para viver com dignidade

Opinião

Serviço Nacional de Apoio ao Idoso – dignidade até ao fim da vida

Não se trata apenas de economia. É uma questão de ética. Portugal, um país que se orgulha do seu estado social, não pode compactuar com a dualidade atual: entre quem paga lares luxuosos e quem agoniza sem acesso a um cuidador. Envelhecer não é um privilégio de alguns, mas um destino comum

Opinião

Lisboa não sejas francesa, mas olha para Paris

Lisboa não sejas francesa, mas vê como Paris se está a transformar num exemplo na promoção da qualidade de vida e da mobilidade. Estás parada no tempo, sem estratégia, sem visão, perdida no conceito do que eras na década de 70 ou 80 em que o carro é o teu senhor