Opinião | A cidade que não vemos
Pior do que ignorá-los, é culpá-los. Durante décadas dissemos a estes doentes que bastava quererem para se levantarem. Tratámos a doença como se fosse um problema de vontade, de falta de forma física ou de crença. Mandámo-los exercitar e psicologizámos aquilo que era, afinal, biológico