Carlos Pinto da Costa

Professor

Com formação académica na Artave e na ESMAE, Carlos Pinto da Costa consolidou uma carreira marcada pela dedicação à música, à educação artística e à gestão.

Como violinista, tocou com várias orquestras como a Orquestra Nacional do Porto, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Barroca e Remix Orquestra Casa da Música, Orquestra Musicare e Orquestra Atalaya Raízes Ibéricas.

Paralelamente, ampliou as suas competências com especializações em Gestão Cultural (EGE/Porto Business School) e Gestão e Produção de Espetáculos (Universidade Lusófona do Porto), direcionando os seus esforços para a criação e gestão de projetos culturais. Foi sócio fundador da Engenho das Ideias e criador de iniciativas como: Phonedition, MusicVerb, Festival Foz do Cávado, HARMOS Festival e MusiCórdia – Temporada de Música, por exemplo.

Desde 2001, dedica-se à direção pedagógica da Escola de Música de Esposende, liderando projetos inovadores no Ensino Artístico Especializado. Na sua intervenção pedagógica e de gestão, destaca-se a criação, com a Diretora Coral Helena Venda Lima, dos projetos Coro de Pequenos Cantores de Esposende, Ars Vocalis e Sonus Aura. Além disso, desempenha um papel relevante na defesa e promoção do Ensino Artístico Especializado a nível nacional, através da sua atuação como Coordenador do Departamento do EAE da AEEP e membro da Direção da Associação de Diretores Pedagógicos do EAE.

Opinião

Quando a escola tem de sair à rua para defender o que devia estar garantido

A formação artística só se torna um luxo quando o poder público deixa de criar condições para que ela seja acessível a todos. Enquanto existir um financiamento público sério, ela é um instrumento de igualdade e, quando esse financiamento se degrada, transforma-se num filtro social