
Bob Dylan atua no Coliseu do Porto no dia 1 de maio
1. Bob Dylan, Porto
Foram apenas sete os concertos que o lendário músico norte-americano deu em Portugal, desde que se estreou por aqui, em julho de 1993 (no Coliseu do Porto e no Pavilhão de Cascais). Desta vez, regressa com novo estatuto, apenas um ano depois da última visita (Altice Arena). Não é todos os dias que se consegue estar frente a um Nobel da Literatura, para vê-lo e ouvi-lo passar em revista mais de meio século de canções. Coliseu do Porto > R. Passos Manuel, 137, Porto > T. 22 339 4940 > 1 mai, qua 20h > €40 a €140

Manel Cruz, o antigo vocalista dos Ornatos Violeta, regressa aos discos com Vida Nova, o primeiro álbum em nome próprio
Paulo Pimenta
2. Manel Cruz, Porto e Lisboa
Manel Cruz é apontado, unanimemente, como um dos melhores escritores de canções na música portuguesa destas últimas duas décadas. E eis que, depois de sete anos sem discos, o músico apresenta Vida Nova, primeiro trabalho de sempre assinado com o seu nome e com um título autoexplicativo. Esta nova fase da carreira representa, também, um regresso às origens, à tal simplicidade dos primeiros tempos, com quase todos os temas do álbum a serem compostos ao ukulele. Canções como Ainda não Acabei, Beija-Flor, Cães e Ossos ou O Navio Dela serão recriadas, agora, com banda, nos primeiros concertos de apresentação do disco no Porto e em Lisboa. Casa da Música > Av. da Boavista 604-610, Porto > T. 22 012 0220 > 28 abr, dom 16h, 21h30 > €15 >; Capitólio > Pq. Mayer, Lisboa > T. 21 138 5340 > 1 mai, qua 21h30 > €15
3. Maria Ana Bobone, Porto
Dois anos depois do lançamento, Maria Ana Bobone apresenta o álbum Fado e Piano na Casa da Música, no Porto. Além de assinar muitas das músicas, letras e arranjos ao piano deste trabalho, a fadista dá uma nota de cor muito pessoal às interpretações. Por outro lado, recupera o fado de salão, uma tradição esquecida do final do século XIX. Tal como acontecia nessa época os amigos juntam-se para cantar com Maria Ana, que será acompanhadapelo trio de guitarras liderado por Rodrigo Serrão, no baixo, com Bruno Mira, na guitarra portuguesa, e Pedro Pinhal, na viola de fado. S.S.O. Casa da Música > Av. da Boavista 604-610, Porto > T. 22 012 0220 > 1 mai, qua 21h30 > €14,50

Os Metallica estão de regresso a Lisboa para um concerto no Estádio do Restelo
4. Metallica, Lisboa
Depois de, no ano passado, terem esgotado, em menos de uma semana, a Altice Arena, a banda norte-americana está de volta para atuar num palco maior. Um estádio cheio é o cenário mais condizente com o estatuto de reis do heavy metal que os Metallica ostentam há mais de três décadas. Foi assim em 1993, no antigo Estádio de Alvalade, quando por cá se estrearam ao vivo, numa altura em que, à boleia do “álbum negro”, a popularidade da banda de São Francisco atingia o ponto mais alto, catapultando-os para o olimpo do rock, onde ainda hoje permanecem, ombreando com nomes como The Rolling Stones, os Pearl Jam e poucos mais. Além das canções do mais recente álbum, Hardwired… to Self-Destruct, não faltarão no Estádio do Restelo grandes clássicos e, adivinha-se, nova homenagem à música portuguesa (depois de, no ano passado, terem interpretado A Minha Casinha, dos Xutos & Pontapés). Estádio do Restelo > Pta. Torres do Restelo, Lisboa > T. 21 301 0954 > 1 mai, qua 19h > €75 a €118
5. Noname, Lisboa
Chama-se Fatimah Nyeema Warner, mas é como Noname que tem conquistado a crítica e cada vez mais público, através de uma abordagem muito pessoal ao hip-hop, temperado com jazz, soul, muito talento e extremo bom gosto. Deu-se a conhecer em 2016, com a mixtape Telefone, seguindo-se, no final do ano passado, o aclamado álbum de estreia Room 25, “um conto transcendente”, baseado na própria vida (como o descreveu o site Pitchfork) e agora apresentado, em Lisboa, num concerto único que marca a estreia ao vivo em Portugal desta rapper, poeta e produtora norte-americana. Lux Frágil > Av. Infante D. Henrique, Armazém A, Cais da Pedra, Sta. Apolónia, Lisboa > T. 21 882 0890 > 27 abr, sáb 22h30 > €22
6. Procol Harum, Lisboa e Porto
Autores do eterno A Whiter Shade of Pale, o single que é um hino para várias gerações e vendeu mais de 10 milhões de cópias, os Procol Harum regressam a Portugal duas décadas depois do último concerto. A banda, liderada pelo vocalista e pianista Gary Brooker que, em 2017, lançou o álbum Novum regressou à estrada para uma nova digressão. No Coliseu do Porto, além de A Whiter Shade of Pale, certamente, não faltarão clássicos como Homburg, Pandora’s Box ou Grand Hotel. Em palco, além de Brooker, vão estar Matt Pegg (baixista), Geoff Whitehorn (guitarrista), Josh Phillips (organista) e Geoff Dunn (baterista) para mais uma noite inesquecível. S.S.O. Coliseu dos Recreios > R. Portas de Santo Antão, 96, Lisboa > T. 21 324 05 85 > 26 abr, sex 21h30 > €35 a €100 > Coliseu do Porto > R. Passos Manuel, 137, Porto > T. 22 339 4940 > 27 abr, sáb 21h30 > €20 a €60

Mark Knopfler, ex-líder dos Dire Straits, regressa a Portugal para apresentar Down The Road Wherever, o novo álbum a solo