Ouvindo as histórias e os desabafos de quem lá vive e ali passa os dias, percebe-se a luta constante para preservar a identidade da cidade. Um povo caloroso numa cidade fria, quem chega ao Porto sente isso. Como diz Inês Lourenço, poeta e escritora bem portuense, “o Porto é como uma pessoa da família”.
Mesmo quem vem investir na zona histórica ou visitá-la acaba por se sentir em casa. O Porto tem uma magia própria, uma alma contagiante, feita de gente, de histórias e de resistência.
