“As primeiras palavras que aprendi a ler e a escrever foram ‘nós amamos a China, amamos o Partido'”

“As primeiras palavras que aprendi a ler e a escrever foram ‘nós amamos a China, amamos o Partido'”

Shenglan Zhou, 31 anos, de nacionalidade chinesa, é professora auxiliar da FCH-Católica e investigadora em propaganda e nacionalismo no sistema de educação da China. Doutorada em Ciências da Comunicação pela Universidade Católica Portuguesa, é desde 2017 leitora no Mestrado em Estudos Asiáticos da Faculdade de Ciências Humanas e investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura. As suas principais áreas de investigação são a propaganda e o nacionalismo nos sistemas educativos da Ásia. É autora de publicações sobre a comercialização e mediatização de relações amorosas na China contemporânea e propaganda nacionalista no sistema educativo chinês.

Tendo-se licenciado em Estudos Portugueses numa universidade chinesa, decidiu doutorar-se e estabelecer-se em Portugal. Porquê?

Foi uma decisão minha. Não estava a dar-me muito bem com o ambiente de trabalho que tinha na China. Decidi continuar a estudar e vim para Lisboa, para a Universidade Católica, fazer o mestrado em Estudos Asiáticos. Conclui o meu doutoramento em Ciências da Comunicação em 2023. E mantemos o mestrado em Estudos Asiáticos.

Já são quantos anos de Portugal?

Contando tudo, são 11 anos.

E qual foi essa experiência de trabalho na China?

No 4.º ano da licenciatura, tínhamos de fazer um estágio. E o meu estágio foi no departamento de português da China Radio International, o órgão de propaganda externo. Na altura, não tinha bem essa noção. E pensava que ia escrever notícias sobre a China. Mas, logo no primeiro dia, fui parada no portão por dois guardas armados. O controlo de entrada e saída era rigoroso. Quando começo a trabalhar, o editor dá-me uns papéis para traduzir do Chinês para Português. Eram já conteúdos completos. No fundo, nós não tínhamos qualquer controlo sobre esses conteúdos. Eram diretrizes enviadas pelo Departamento Central de Propaganda (DCP). E a nossa função, aparentemente, era traduzir as notícias oficiais.

O Departamento Central de Propaganda controlava, então, todo o fluxo noticioso?

Na China, temos os média estatais, as agências e as televisões, mas mesmo os média ditos privados têm, no máximo, 49% de capital privado. O Estado controla tudo.

Isso visa assegurar que a China tenha uma boa reputação, externamente. Mas há uma marca política na China que afetou muito essa reputação no mundo, depois de um período de abertura: os acontecimentos de Tiananmen, em junho de 1989. Houve uma preocupação para recuperar a imagem da China? Isso foi conseguido?

Na altura, houve sanções internacionais e um rombo na reputação externa. Mas o partido [o Partido Comunista Chinês, PCC] estava muito mais preocupado com a estabilidade interna. A cúpula chinesa percebeu o poder dos jovens e dos estudantes nos acontecimentos políticos e delineou um programa para controlar as mentalidades desde os primeiros anos escolares.

Como é que o fazem, hoje em dia?

Tudo conta: dos currículos escolares à ocupação dos tempos livres. Logo em 1989, o regime lançou uma campanha de Educação Patriótica, ao mesmo tempo que se processava a revisão dos programas, desde a escola primária. E deu-se uma nova atenção aos média, com a criação de conteúdos patrióticos, visando legitimar o PCC como único representante da Nação. O que implica, por exemplo, uma voz única sobre a História da China – principalmente, a História da China moderna – e a tentativa, desde uma idade muito precoce, de controlar a forma como as crianças pensam. Na escola primária, as primeiras palavras que aprendi a ler e a escrever foram “nós amamos a China, amamos o Partido Comunista”. As próprias visitas de estudo das escolas envolvem os locais relacionados com a Revolução Chinesa. Nas férias de verão, há filmes de propaganda, nomeadamente filmes de animação propagandísticos. Há linhas muito claras sobre como devemos pensar, quem são os nossos amigos e quem são os nossos inimigos. É uma estratégia de longo prazo.

Hoje em dia, seria difícil haver uma nova Tiananmen…

[Hesitação] O objetivo destas campanhas do Estado é tentar eliminar à nascença as veleidades de movimentos contestatários, mas, durante a Covid-19, houve protestos juvenis e estudantis. E, como pode ver, eu também sou fruto desse sistema de educação, mas não aceito a 100% o que se passa…

Mas a professora Shenglan Zhou está a dar esta entrevista. Está a fazê-lo com inteira liberdade?

Não acho que possa vir a ter problemas. Quando vou à China, faço-o em deslocações privadas, para visitar os meus familiares. Já outros expatriados, se forem participar em conferências no país ou noutro tipo de atividades públicas, são bastante mais… escrutinados. Conheço o caso de um professor, radicado nos EUA, que escreveu um livro sobre a Covid na China, e quando voltou à China foi parado na fronteira e minuciosamente interrogado. Ele ia participar num seminário…

Há uma atenção especial na estratégia de propaganda para Portugal?

Há alguns órgãos a operar em Portugal. Trabalham para manter o mesmo discurso do governo central. O Observatório da China (alinhado com a agenda do DCP), por exemplo.

Os Jogos Olímpicos de 2008 tiveram grande importância na afirmação nacionalista da China…

Tiveram uma importância imensa. Mas houve aqueles protestos por causa do Tibete, informação que também circulava na China… Ainda assim, esse evento marcou o nacionalismo chinês, tal como as Olimpíadas de Inverno, em Pequim.

Na China, a nacionalidade tem um critério étnico. E a China tem uma unidade étnica, centralizada, sobretudo, na etnia Han. Mas há línguas diferentes no território. No Sul da China, predominava o cantonense. A massificação do mandarim, mesmo nessas regiões, não está a ser imposta por razões nacionalistas?

Não há nenhuma repressão sobre os diferentes dialetos ou línguas. Eu estive a estudar em Macau em 2011 e quase ninguém falava mandarim. Tinha de falar inglês… Tinha uma colega de Zuhai, do outro lado da fronteira do território, que falava as duas línguas e servia de intérprete. Mas, hoje, os estudantes de Macau que temos na Católica falam mandarim… Falar outra língua não é malvisto, mas, quando queres arranjar emprego, é importante falar mandarim. As outras línguas étnicas, como o tibetano ou o coreano são reconhecidas. Há escolas que ensinam em tibetano, tal como canais de televisão, mas, de certa forma, sente-se a pressão e precisam de falar, também, mandarim. É uma vantagem. Os cantores, os atores, todas as celebridades de várias zonas da China têm de falar mandarim, além da sua língua materna.

Entretanto, há bolsas historicamente reprimidas. Já falámos do Tibete, mas há, também, a questão dos uigures…

[Hesitação] Isso depende do período de que estivermos a falar. As pessoas sabem pouco sobre a origem destas disputas. Na zona de Xingjiang há várias etnias, não só uigures, mas cazaques, quirguizes, tibetanos… E há uma repressão histórica. Nos anos 50, até houve um repovoamento por populações étnicas han. Mas, de repente, fala-se sobre a questão dos uigures ou do alegado genocídio. É uma questão complicada. Existe o Movimento Islâmico do Turquestão Oriental, que está ligado ao ISIS e que patrocinou ações terroristas. São povos de origens turcas, com pouca ligação à China han. E foi uma região contaminada pelo dominó das independências de antigas repúblicas soviéticas. Ligado a todo este mal-estar estão as más condições de vida das populações…

E há a questão religiosa…

Sim, a Constituição permite a religião, mas o Estado tem uma palavra a dizer na orgânica das várias religiões e a China é um Estado secular.

O próprio Vaticano teve de fazer um acordo recente, com Pequim, abdicando de várias prerrogativas na gestão da Igreja chinesa…

Pois, lá está.

Mas não temos muitas notícias sobre ataques terroristas na China, perpetrados por estes grupos…

É uma matéria que não convém que atraia a atenção dos média ocidentais… De repente, toda a gente ouve falar dos uigures, mas não há a informação toda. Claro que existem os campos de concentração, mas, oficialmente, para reprimir o terrorismo. Enfim, nada é a preto e branco.

O símbolo chinês chong [um retângulo atravessado por uma risca vertical] faz parte da palavra China e significa “centro” ou “meio”. Podemos dizer que ainda se aprende, no seu país, que a China é o centro do mundo?

Não! [Risos.] Aqui é que ainda há um certo eurocentrismo…

Há linhas muito claras sobre como devemos pensar, quem são os nossos amigos e quem são os nossos inimigos

Precisamente… não há, ou houve, um sinocentrismo praticamente simétrico?…

Historicamente, sim. E, para um chinês, os povos à volta, fora do centro, eram periféricos. E temos um nome diferente para os “bárbaros” situados nos quatro pontos cardiais… [Risos].

Em cantonense, os ocidentais são os guai lou… Os diabos estrangeiros…

Imagino… Mas não sei nada de cantonense… [Risos.] Ora, esse sinocentrismo… não é que seja fomentado no ensino, mas existe, de facto, uma narrativa (por influência do professor Zhang Weiwei, que é conselheiro de Xi Jinping e influentíssimo) em que o Estado chinês é um “estado civilizador”. E em que se fala do “excecionalismo chinês”. E onde se afirma que a China é uma democracia, diferente das do mundo ocidental, mas superior e mais funcional. É uma questão central na propaganda chinesa.

No tempo do Deng Xiaoping surgiu o conceito de “um País, dois sistemas”, para integrar práticas capitalistas, ou melhor, práticas de mercado…

Isso teve que ver com o legado colonial e foi adaptado à realidade de Hong Kong e Macau, na época da transição da administração para Pequim. E houve a política de “reforma e abertura”, que é outra coisa: abertura económica. O chamado “socialismo com características chinesas”.

Como é que a China está a afirmar a sua propaganda, em termos de projeção externa? Em que pontos principais aposta? Economia, tecnologia, política, cultura? A competição tecnológica com o Ocidente, por exemplo, na indústria automóvel?

A questão económica é usada para promover o nacionalismo chinês. Sobretudo, no âmbito da competição com os EUA. No Ano Novo Chinês, o espetáculo de robôs dançarinos serviu para procurar demonstrar a superioridade tecnológica chinesa no domínio da robótica. O que se estende aos drones. E há um discurso político associado a isto: a narrativa da China é a de que usa a tecnologia para promover a paz, enquanto a tecnologia norte-americana se centra na promoção da guerra, devido à alegada obsessão pela aplicação militar.

Explique isso melhor…

Vejamos os robôs que dançam: estas máquinas dançam mas não pegam em armas. Tal como, na História, os chineses inventaram o fogo de artifício – mas não as bombas. É um soft power, em ascensão, para a promoção da paz. Esta é uma narrativa central na propaganda chinesa.

Mesmo com a pedra no sapato que é Taiwan? Uma invasão de Taiwan não desmascararia a China?

Mas tem alguma informação sobre uma iminente guerra em Taiwan?

Eu não…

Mas é bom que se pense isso… Taiwan, assim, comprará armas aos EUA…

Eu falei em Taiwan para contextualizar o novo quadro das relações sino-americanas, depois da eleição de Donald Trump. É um novo desafio?

A comunicação da China para Taiwan tem um departamento específico. E há relações comerciais. Em 2008, houve um candidato com sucesso, originário da cidade de Kaohsiung [Sul de Taiwan], um candidato do partido nacionalista, Han Kuo-yu, a quem já chamaram o Trump de Taiwan, em que ele defendia o estreitar das relações com a China. Chegou a ser, por um breve período, presidente do parlamento taiwanês. Há sempre nuances. De qualquer forma, a ideia da reunificação – sempre sob o regime de Taipé e não de Pequim, claro… – já teve mais popularidade em Taiwan.

A narrativa de que os chineses fazem a sua afirmação pela paz serve para fazer a diferença relativamente a Trump?

Não é uma política especificamente direcionada à administração norte-americana. É mais global. Há muitos discursos sobre a ameaça chinesa e a China procura desconstruí-los. É uma das suas agendas principais: a China não pretende alterar o regime de nenhum país nem “exportar a sua democracia”. Nem em África: a China não interfere nas políticas internas. Enquanto a ajuda europeia e ocidental se submete a algumas condições, que têm que ver com a natureza dos regimes destinatários ou com os Direitos Humanos, a China não faz perguntas. E procura fazer esse contraponto…

A China tem então três vetores de afirmação externa: tecnologia, desporto (medalhas olímpicas) e economia (comércio). Não tanto a exportação do seu regime (ao contrário da ex-URSS) nem expansão cultural. É isto?

A China tem algumas ambições na expansão da influência cultural. Mas sempre em termos de soft power. A China está numa situação complicada, porque aquilo de que as pessoas gostam no Ocidente, em muitos aspetos, é diferente do que se gosta na China. Ainda assim, a ascensão do TikTok resulta numa boa ferramenta de influência.

A Covid-19 permitiu um ainda maior controlo da população, certo?

Certo. E isso ficou. O reconhecimento facial, por exemplo, está disseminado, incluindo para pagamentos. Também as aplicações para controlo dos movimentos e a vigilância por câmaras se expandiram. E as pessoas normalizaram isto, porque se sentem mais seguras. Os cidadãos não têm a consciência de que estas ferramentas podem ter uma utilização abusiva por parte do Estado. A mentalidade é completamente diferente da que vigora na Europa, com a preocupação dos europeus em torno da privacidade e da utilização de dados.

Só que esta vigilância não permite apenas controlar a criminalidade, mas também as atividades políticas consideradas ilícitas…

Na China, isso não é um problema, porque, lá está, ninguém faz nada contra o governo… Eu diria que este sistema seria impossível na Europa.

A liderança de Xi Jinping é inquestionável, então?

Tem contestação, mas as vozes contestatárias rapidamente desaparecem ou são silenciadas. Mesmo o certificado de jornalista é renovado anualmente, desde que haja “bom comportamento”.

E que tipo de imagem projeta Xi Jinping? Ou que imagem espera que os chineses tenham dele?

Ele está a criar uma imagem semelhante à que tinha o Mao [Tsé-tung]. Muitas coisas fazem lembrar o Mao. Se entrar em qualquer livraria, tem logo uma enorme foto do líder e um livro com os seus pensamentos. Está omnipresente e há um grande investimento em promover a sua imagem, desde as idades mais tenras.

O Partido é o Xi.

Sim.

É um líder muito diferente dos anteriores, desde o Deng.

Sim, e curiosamente, o pai do Xi Jinping foi perseguido durante a Revolução Cultural de Mao. E é curioso como o Xi está a recuperar o Mao, ou algumas das suas práticas…

E a importância das redes sociais chinesas para o regime?

São importantíssimas. Não temos acesso às redes ocidentais, mas temos as chinesas, que as replicam, com outro nome, mas controladas pelo regime. Um estrangeiro que vá à China, quase obrigatoriamente também tem de usar estas. E existe serviço em inglês, sobretudo, no WeChat, a rede mais popular da China.

A União Europeia não é hoje uma prioridade para a China? A UE também se tem queixado de deslealdade comercial chinesa…

A China tinha definido um triângulo estratégico: China, URSS e EUA. Agora, depois do fim da URSS, passou a ser China, UE e EUA.

E a Rússia? Não está na esfera de influência da China?

Não necessariamente. Acho que a Rússia está mais próxima da Coreia do Norte.

Então há uma diferença estratégica entre a China e a Coreia do Norte?

Bastante diferença, e mais afastamento, sobretudo, nos últimos anos. Sem dúvida. Com o Kim Jong-un e os seus testes nucleares, que não são aprovados por Pequim. Há críticas abertas a Pyongyang, na China, que deixaram de ser censuradas. Os média oficiais da Coreia do Norte também criticam fortemente a China e já chamaram à China “o cão dos Estados Unidos”. O que é bastante curioso… [Muitos risos]. Mas, ao mesmo tempo, mantém-se a aliança militar.

E Portugal? É verdade que há uma relação histórica especial, independentemente da UE?

Sim, existe. Há afinidades históricas, de que Macau é o exemplo mais visível. Curiosamente, em Macau nunca se registaram os protestos anti-Pequim que vimos em Hong Kong, mas talvez isso se deva ao facto de que, em Macau, as pessoas têm mais qualidade de vida. E Macau está a ter um papel importante no relacionamento da China com os países da CPLP, sendo Portugal um parceiro fundamental (na visão da China). E o investimento chinês em Portugal é significativo e é uma aposta para manter.

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