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Bill Gates: o nome confunde-se com a Microsoft e, excetuando os fãs e profissionais das marcas da concorrência, ainda é um dos mais consensuais e carismáticos na história da companhia de Redmond. Mas também há quem pense de outra forma. Ontem, surgiu a primeira notícia, com base em fontes não identificadas: três dos maiores acionistas da Microsoft iniciaram uma campanha junto da administração e detentores de capital da produtora de software com o objetivo de tirar Bill Gates do cargo de presidente não executivo.
De acordo com o The Guardian, os três investidores consideram Gates como uma força de bloqueio à adoção de novas estratégias por parte de um novo CEO, que deverá assumir a sucessão de Steve Ballmer em 2014. Entre os objetivos dos três acionistas “anti-Gates”, estará ainda a intenção de limitar a influência de Bill Gates durante o processo de escolha do próximo CEO.
A Microsoft não comenta o assunto.
Em paralelo com as pressões que os três acionistas, que reúnem cerca de cinco por cento do capital da Microsoft, surge a notícia de que Alan Mulally, atual líder da Ford, é um dos nomes que estão a ser analisados como potenciais candidatos à sucessão de Steve Ballmer. Mas como seria de esperar o CEO da Ford não é o único nome sobre a mesa: Stephen Elop, que liderou até há pouco tempo a Nokia, é o nome mais falado; mas a lista conta ainda com nomes como Tony Bates, responsável pelo Desenvolvimento e Evangelização de Negócios da Microsoft; e Paul Maritz, que ocupa o 3º lugar na hierarquia da companhia.