
A equipa da UCLA anunciou que esta película é mais eficiente do que a versão anterior. Este modelo consegue converter 7,3% da energia solar que recebe em eletricidade, quase o dobro dos 4% registados com a película do ano passado. Todavia, a solução ainda está distante dos 20% que são conseguidos com os painéis solares mais “tradicionais”, explica o GigaOm.
O sistema apresentado pelos investigadores usa duas camadas de células solares, onde cada uma absorve 40% da luz infravermelha a que está exposta.
Esta inovação pode levar à criação de janelas de edifícios e residências que possam captar energia solar e convertê-la em eletricidade e também ao desenvolvimento de ecrãs de telemóvel com esta capacidade.
Há várias universidades a trabalhar em modelos semelhantes, mas os resultados estão longe dos que foram obtidos pela UCLA. O MIT, por exemplo, apenas conseguiu atingir os 2% de conversão.
Yang Yang, que lidera a equipa da UCLA, estima que «este aparelho vai oferecer um novo rumo às células solares, incluindo a criação de janelas solares para casas e escritórios».