Natália Espírito Santo

Diretora-geral da Atlântica – Instituto Universitário
Opinião

Não podemos continuar a pedir aos jovens que adivinhem o futuro do mercado de trabalho

Considero que a estatística de empregabilidade que mais importa talvez não seja a “probabilidade do primeiro emprego”, mas sim a capacidade de continuar a ter lugar num mundo profissional instável, tecnológico e em permanente evolução