Clara Margaça

Professora e Investigadora - Universidade de Salamanca
Opinião

O que é uma equipa?

A tendência para atribuir sucessos de um coletivo ao talento de um único indivíduo pode alterar a forma como percebemos uma equipa e desvalorizar o esforço e o contributo de cada um que tornam esse sucesso possível

Opinião

O paradoxo da hiperconexão: mais virtual, menos presença física

Talvez não estejamos perante uma melhor versão do ser humano, mas apenas perante uma atualização amplificada daquilo que sempre fomos: a tecnologia não criou vaidade, impulsividade ou necessidade de reconhecimento — apenas lhes deu palco, alcance e algoritmo

Opinião

O Natal que deixou de existir

Falamos de família, mas mal nos ouvimos. Falamos de união, mas estamos mentalmente ausentes, com o telemóvel na mão, a responder a mensagens que não podem esperar, a contar os likes de cada post, como se tudo fosse mais urgente do que estar ali

Opinião

Por que é que as crianças hoje estão tão violentas?

Os casos recentes não podem ser apenas manchetes desoladoras, devem ser alarmes: onde estamos a falhar?

Opinião

A saúde mental digitalizada: qual o lugar da psicologia?

Pode um chatbot ajudar uma pessoa a recuperar de um processo de depressão? Em parte, sim; pela sua imediatez, pelo plano de intervenção em segundos e, também, pela resposta “que a pessoa quer ouvir”. Mas falta-lhe aquilo que é central na psicologia e na intervenção terapêutica: a relação humana

Opinião

Bebés Reborn: vínculo emocional ou simulação de afeto?

Mas o que leva uma pessoa a cuidar de um boneco como se fosse um bebé de verdade? A resposta pode ser considerada menos excêntrica do que parece - e mais humana do que estamos dispostos a admitir

Opinião

O acender das luzes da consciência: crónica de um apagão

Mas e agora? O que fazer com essa breve experiência? Deixá-la cair no esquecimento como um mero contratempo técnico? Ou aproveitá-la como oportunidade de revisão interna?

Opinião

Resiliência emocional e cansaço digital: como sobreviver a esta teia?

A cada movimento infinito do polegar, alimentamos a nossa fadiga emocional, o que nos acarreta um sentimento de impotência diante do caos do mundo

Inteligência Artificial
Opinião

Ser emocionalmente inteligente na era da inteligência artificial

Ser emocionalmente inteligente significa ser capaz de identificar os chamados “gatilhos” emocionais, de modo a gerir positivamente as emoções, a saber relacionar-se com os outros, a ser capaz de enfrentar sentimentos desconfortáveis