António M. Fonseca

Psicólogo e Professor na Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa
Opinião

O Serviço de Apoio Domiciliário. A quem serve? E porque nem sempre serve?

A complexidade da situação experimentada por uma larga franja de pessoas idosas que vivem nas suas residências desafia a forma como atualmente o SAD está pensado e é implementado