A missão abrangeu os rios Sado, Tejo e Mondego, bem como a faixa costeira nacional mais afetada, e contou com dois helicópteros AW119 Koala e de um avião P-3C CUP+, “meios que têm permitido a recolha de informação situacional relevante, nomeadamente no que respeita a danos em infraestruturas, identificação de cheias e deteção de zonas ou populações em risco, informação essa partilhada com as entidades competentes de forma a apoiar na tomada de decisão”, destaca a Força Aérea.
No âmbito da resposta a este evento meteorológico, a Força Aérea elevou o dispositivo de alerta para mais do dobro, assegurando aeronaves prontas a descolar para missões de reconhecimento visual, transporte aéreo, busca e salvamento, entre outras.