Deborah Pilgrim, 55, saiu de casa no domingo à tarde para dar um passeio, só que não voltou à hora do costume. Perto da localidade de Sedan, a 100 quilómetros da cidade de Adelaide, na Austrália, a polícia vasculhou tudo, durante três dias. Mandou vir helicópteros, drones e voluntários de outras organizações. Tudo sem sucesso.
“Já temíamos muito pela segurança dela”, fez saber o responsável da polícia, citado pela CNN. “É uma zona muito complicada e onde é fácil perder o equilíbrio. Ainda por cima é uma zona conhecida por ter répteis venenosos por todo o lado…”.
Mas ao quarto dia de buscas, a polícia recebeu algumas informações de um homem que possui propriedades naquela zona, mais propriamente um quarteirão do deserto, e onde tem camaras de vigilâncias instaladas. Como sabia que as autoridades procuravam a mulher, ia verificando as imagens com mais frequência. Até que notou que havia umas letras escritas numa determinada zona. Aproximando a lente leu: S-O-S.
A notificação para a polícia seguiu de imediato, que encontrou então Deborah Pilgrim sã e salva numa tenda improvisada num lugar onde tinha apenas acesso a água.