A história da Flor da Selva começou com uma fatia de bolo-rei. Quando um tio lhe disse que aquilo era o pão de Lisboa, Manuel Alves Monteiro decidiu que haveria de trocar a sua aldeia minhota pela capital. Aos 13 anos, empregava-se como moço de recados numa mercearia fina da Baixa, rapidamente apaixonando-se pelo café, uma paixão que o levou a abrir uma torrefação.
Estávamos em 1950. Quase 70 anos depois, o negócio vai na terceira geração, de porta aberta no número 32 da Travessa do Pasteleiro, na Madragoa. É ali que Jorge e o seu filho, Francisco, continuam a importar café um pouco de todo o mundo e a torrá-lo a lenha. E que fazem lotes personalizados, cuidados e especiais, para restaurantes tão diferentes como o Pesca, o Fauna & Flora, o Juicy ou o Chutnify. Sem aditivos.