Aludindo a um “conflito de valores” entre o direito penal, que classifica o ultraje contra símbolos nacionais como um crime público, e a Constituição, que consagra a liberdade de expressão, o presidente do coletivo de juízes afirmou que a atuação de Élsio Menau “é justificada”.
Em declarações aos jornalistas, o artista mostrou-se satisfeito por ter sido feita justiça, mas lamentou que os portugueses continuem “a pagar julgamentos como este”, garantindo que vai continuar a manifestar-se livremente através do seu trabalho artístico.