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As chamadas para os Centros norte-americanos de Controlo e Prevenção de Doenças para relatar problemas relacionados com os cigarros eletrónicos aumetaram de uma por mês, em setembro de 2010, para 215, no último mês de fevereiro. Nesse período, os centros receberam mais de 2.400 telefonemas a dar conta de efeitos negativos na sequência do uso dos dispositivos.
Entre as chamadas, 58% reportavam um “efeito de saúde adverso” – destas, quase 70% diziam respeito a ingestão, quase 17% a inalação, 8,5% a lesões no olho e quase 6% a lesões na pele.
Os efeitos secundários mais frequentes foram náuseas, vómitos e irritação ocular.
Do total de casos reportados, 51% envolviam crianças com menos de seis anos, e 42% adultos com mais de 20, levando o relatório a sublinhar que a nicotina líquida usada nos cigarros eltrónicos está disponível em vários sabores, como frutas, menta e chocolate, o que pode torná-la apelativa para as crianças.