Realizados 30 debates, 28 dos quais em formato de frente a frente, os 11 candidatos às eleições presidenciais do próximo domingo, 18 de janeiro, e, em especial, os oito considerados mais importantes – por terem o apoio dos partidos com representação parlamentar ou, no caso de Henrique Gouveia e Melo, por ter arrancado à frente nas sondagens e reunir apoios de várias figuras de primeiro plano na política portuguesa – tiveram já oportunidades suficientes para exprimir os seus pontos de vista sobre diversos temas. Também lhes coube definir como exerceriam o seu mandato presidencial, uns revelando um pendor mais interventivo (André Ventura), outros, mais exigente (Gouveia e Melo), mais cooperante do ponto de vista institucional (Marques Mendes), mais cooperante, mas vigilante (Cotrim de Figueiredo), mais congregador (António José Seguro) ou mais disruptivo, casos de António Filipe, Catarina Martins e Jorge Pinto. Apesar de todo este palco, os candidatos ainda não tinham respondido a nenhum inquérito com as características que o questionário da VISÃO procurou abarcar, pelo que muitas das respostas são novas e várias são surpreendentes. Sobretudo, têm a virtude de revelar as diferenças de estilo e de abordagem para desafios comuns. Uma leitura fascinante.
20 perguntas essenciais aos candidatos à Presidência da República

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20 perguntas essenciais aos candidatos à Presidência da República
Os candidatos ainda não tinham respondido a nenhum inquérito com as características que o questionário da VISÃO procurou abarcar, pelo que muitas das respostas são novas e várias são surpreendentes