Até agora, a polícia cipriota já encontrou duas malas no lago Kokkinopezoula, também conhecido como “lago vermelho”, que fazia parte de uma mina de cobre, devido à cor da água. A primeira foi retirada este domingo, numa operação complexa que implicou o uso de câmaras robóticas e de fatos especiais pelos mergulhores como proteção contra os altos níveis de toxicidade da água. No interior da mala encontrava-se um corpo de mulher em avançado estado de decomposição e um bloco de cimento.
Prosseguem agora os trabalhos para retirar a segunda mala do lago, situado a cerca de 27 quilómetros de Nicósia, a capital do Chipre.
Nicos Metaxas, militar do exército, 35 anos, confessou às autoridades ter colocado o corpo de três das suas sete vítimas em malas – uma mulher que desapareceu em 2017 e uma mãe e filha, da Roménia, que desapaceram em 2016.
A polícia já tinha recuperado o corpo de três mulheres, uma que se crê ser do Nepal e as outras duas das Filipinas. Estas últimas tinham sido dadas como desaparecidas em maio e agosto do ano passado e foram encontradas sem vida também numa mina abandonada.
Estes assassínios em série chocaram a ilha do Mediterrâneo e deixaram as autoridades a braços com acusações de “indiferença” por as vítimas serem estrangeiras.
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